5 dicas para viajar de carro com crianças!

A gente ama viajar de carro e lá no @familiaaventureira sempre recebo mensagens me pedindo dicas pra viajar de carro com crianças de forma tranquila. Em geral, o grande problema é a impaciência dos pequenos aos passar longas horas no banco de trás, preso na cadeirinha. Acho que não tem uma fórmula de sucesso pra isso e cada criança se comporta de forma diferente. Até a Helena que tá super acostumada em passar horas no carro, acaba se incomodando de vez em quando e nos fazendo ter vontade de parar no meio de estrada e sumir hahahaha

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Dormindo assim, parece um anjo né?

Mas tem sim algumas coisas que tornam as viagens mais fáceis e que nos salvam do terrível: “Falta muito pra chegar?”

Vamos lá?

1- Cadeirinha/bebê conforto: Acho que preciso dizer que em primeiro lugar seus filhos PRECISAM estar em uma cadeirinha ou bebê conforto adequado a idade e peso né? Não é frescura, não é bobagem e não me venham com papo de “ah mas na minha época eu viajava com mais 4 primos no banco de trás”. Eu também! Mas a tecnologia está aí pra oferecer mais segurança e assim como os carros mudaram, as cadeirinhas surgiram e salvam vidas! Se você anda de cinto de segurança porque  vai deixar seu filho solto? Claro que quando a gente pensa em viagem, pensamos em tudo menos um acidente de carro.. mas acontece! As estradas são perigosas, algumas pessoas são imprudentes e todo cuidado é pouco. Nós já vimos alguns acidentes acontecendo na nossa frente e foi preciso frear bruscamente pra não rolar um engavetamento. Se a Helena não estivesse na cadeirinha, com toda certeza teria sido projetada pra frente e teria se machucado. Como Socorrista, já ouvi colegas contando ocorrências terríveis de crianças projetadas pra fora do carro porque os pais não tinham cadeirinha ou haviam retirado a criança da cadeirinha porque ela estava irritada.. ou até mesmo pra amamentar.  Vale ressaltar que quase 70% dos acidentes envolvendo crianças fora da cadeirinha/bebê conforto acontecem num raio de 1km de casa. Ou seja, CADEIRINHA SEMPRE!

Dito isso, optamos por uma cadeirinha com inclinação pra que ela pudesse dormir mais confortável e honestamente, se ela existe.. eu nunca vi! Porque a Helena tá sempre dormindo caída pra frente.. mas de qualquer forma, eu adoro essa cadeirinha porque ela tem protetores laterais que são super importantes pra proteger a cabeça da criança. O modelo da nossa é Evolve da marca Cosco. Travesseirinho pra pescoço também ajuda bastante pra sustentar o pescoço nos momentos em que a criança está dormindo em sono profundo.

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Cadeirinha Evolve Cosco que a Helena usa e amamos!


2- Brinquedos:

Bebê na cadeirinha e agora como fazer pra ele ficar lá? Brinquedos!
Antes da viagem faça uma bolsa com os brinquedos favoritos ou peça pra ele fazer, caso já tenha idade. Por aqui, antes de toda viagem a Helena faz uma bolsa com brinquedos e livros que ela sabe que são pra brincar e ler no caminho. Não temos tablet, Ipad etc Então não usamos recusos tecnológicos.. e aí está na hora de entrar o tal “na minha época eu não tinha isso”. Viajei muito com meus pais, ficavamos as vezes até 14h na estrada em um único dia, era cansativo e entediante em alguns momentos mas nos distraíamos com brincadeiras simples, como jogos de palavras, placas de carro e muita, muita conversa! Já existe também mesinhas portáteis exatamente pra por no carro e as crianças poderam brincar, pintar etc

3- Comidinhas:
Tá aí uma distração que sempre dá certo por aqui. Sempre levo uma bolsa térmica no carro com água e alguns snakcs que a gente gosta. Bolachinhas e frutas sempre funcionam e também reduzem o número de paradas pra comer pelo caminho.

4- Pare sempre que preciso!
Em viagens mais longas sempre é bom parar uns minutinhos, tirar o bebê da cadeirinha, tomar uma água, comer.. ir ao banheiro. Como a Helena já desfraldou, nós levamos um penico no porta malas e paramos sempre que ela pede pra fazer xixi. Aproveitamos pra esticar as pernas, descansar um pouco e tomar um café. Apesar dessas paradas serem curtinhas, elas fazem a diferença e deixam a Helena beeeem mais tranquila pra continuar.

5- Seja flexível:
Por aqui nós temos dois tipos de situação: as negociáveis e as não negociáveis. Sair da cadeirinha: não negociável. Alimentação e recursos tecnológicos: negociáveis. Viagens e passeios em família são pra você se distrair, se divertir, recarregar as energias.. e não pra estar se estressando né? Então nós temos um acordo bem claro entre as partes envolvidas, que durante viagens algumas coisas podem ser flexíveis com diálogo. A Helena não come besteira.. mas permitimos uma bolachinha recheada e chocolates quando estamos na estrada e depois que todas as alternativas de entretenimento tenham se esgotado, deixamos ela assistir um desenho no nosso celular. Afinal, não somos de ferro e se até a gente cansa de ficar sentado em um banco por horas, imagina eles?

Nossos filhos são nossos maiores parceiros, nosso melhores amigos. Seus sentimentos não são menores que o nosso só porque são crianças.. e por serem crianças, eles conhecem apenas poucas formas de se expressar. Viajar com filhos pode ser mais difícil mas é igualmente compensador, se não mais. Como disse, não há um feitiço de bom comportamento. Cada criança é única e tem sua personalidade e seus gostos! O importante é entender e aceitar ela do jeito que ela é. Respeitar seus limites e seus sentimentos.

Então insira seu filho nas suas viagens, converse com ele durante o caminho, façam brincadeiras e se preciso, seja flexível! Quebre suas regras e seja feliz. As partes chatas e desafiadoras de viajar com os filhos pequenos passam e ficam as lembranças boas.

Prontos pra pegar a estrada?

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Cris Schneider

Roteiro de 1 dia na Serra Catarinense: Bom Jardim da Serra + Urubici

Nós adoramos subir a serra independente da época do ano, mas no inverno é muito mais especial! O frio, as paisagens bucólicas cobertas pela neblina, aquelas delícias gastronômicas que você só encontra por lá… é o programa perfeito pra um final de semana! Seja a dois, seja em família ou com os amigos.

No final de semana resolvemos fazer um passeio bate-volta pela região e algumas pessoas me pediram lá no @familiaaventureira pra dar mais informações, dicas de pontos turísticos e montar um roteiro pra essa pequena roadtrip.

Claro que existe muito mais na serra catarinense do que Bom Jardim da Serra e Urubici, mas vou falar desses dois lugares porque foram o que nós visitamos dessa vez e também porque de longe, são os nossos lugares preferidos daqui de Santa Catarina.

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Estrada em Grão Pará

Pra poder aproveitar ao máximo esse passeio, a primeira coisa que você tem que saber é a distância da sua cidade até lá e quantas horas você irá passar na estrada. Nós moramos em Floripa, a 229km de Bom jardim, o que dá mais ou menos 3h de viagem. Se você tem filhos pequenos e segue religiosamente a velocidade permitida, pode acrescentar mais uns 40 minutos no seu trajeto. Fora que as paisagens que você encontra pelo caminho são tão lindas, que vale a pena ir sem pressa pra curtir cada momento. Feito isso, saia de casa antes mesmo do sol nascer pra ter de fato um dia inteiro pra aproveitar.

Nosso plano era sair de casa umas 6h mas como somos uma familía suuuper agilizada e organizada, saímos de Floripa as 7h da manhã após apertar o botão de soneca pelo menos umas 5x. Fez um dia de sol lindo e a estrada estava super tranquila. Pegamos a BR 101 sentido sul, saindo em tubarão e fomos em direção a Serra do Rio do Rastro. Já tínhamos descido a Serra do rio do Rastro em uma das nossas idas pra Urubici mas dessa vez, resolvemos fazer o caminho inverso. Pra quem ainda não conheçe, recomendo MUITO que visitem! E não só o mirante, que dá a vista panorâmica do lugar, recomendo que peguem essa estrada mesmo! É surreal andar por cada curva extremamente acentuada, quase sem visibilidade a frente e completamente envolta pela natureza. Algumas curvas possuem recuo com mirantes em que você pode parar o carro e ver um pouquinho mais de perto esse lugar de tirar o fôlego. A Serra inteira possui mais ou menos 250 curvas e em 2012 foi eleita uma das estradas mais espetaculares e desafiadoras do mundo. A estrada começa em Lauro Muller e termina em Bom Jardim da Serra, onde está o mirante principal que eu citei ali em cima.

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Estrada da Serra do Rio do Rastro

Mas antes de parar no Mirante da Serra do Rio do Rastro, viramos pro lado oposto e fomos visitar um lugar que já estava na minha listinha faz tempo: O Canion da Ronda e o Parque Eólico.

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Canion da Ronda

Sou apaixonada, fascinada, obcecada (ou aloca) por cânions, mas eles são de difícil acesso e quase impossíveis de ir com crianças. Então ter a oportunidade de visitar um e levar a Helena comigo, fez com que o Canion da Ronda se tornasse minha prioridade nesse passeio. O Canion está dentro de uma propriedade privada e você precisa pagar uma taxa de R$10 para entrar (somente em dinheiro –  crianças não pagam). O acesso se dá por uma escadaria e depois uma caminhada relativamente curta, até a beira. O lugar é tão imenso que tem chão até você não enxergar mais.

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Acesso ao Canion da Ronda

 

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Como qualquer lugar com altitude, os ventos são fortíssimos, a ponto de você ter dificuldade de segurar o celular ou a câmera pra tirar uma foto. A Helena precisou andar de mãos dadas com a gente o tempo todo, porque ela literalmente caiu no chão com a força do vento quando quis andar sozinha. Então além de proteger bem as crianças do frio e do vento, é preciso ter atenção redobrada com elas, pois não há nenhuma barreira de proteção e como o nome já diz, é um cânion, você está andando e de repente tem um grande penhasco de 1.457 metros de altura. Pra quem tem sling, acredito que não exista forma mais segura de levar os babys e os manter quentinhos e protegidos. Mas tudo isso é mais que compensando com uma das vistas mais lindas de Santa Catarina, JURO! Ficamos lá um tempão só admirando a paisagem.

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Voltando pra estrada principal, um pouquinho mais a frente, fica o mirante que te dá uma vista dos canions e da estrada da Serra do Rio do Rastro completa. Como na serra tem muita neblina e serração, dizem que o melhor horário pra ter visibilidade total é entre 11h e 13h. Saímos de lá exatamente nesse horário e seguimos na estrada em direção a outro ponto bem conhecido, a Cascata da Barrinha. O lugar é bem bonito e o acesso se dá pela lateral da Churrascaria Cascata, que por ser um dos únicos restaurantes da região e ter uma vista estratégica pra cascata, acaba sendo a opção mais procurada e certeira pra fazer uma parada pro almoço.

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Cascata da Barrinha


Saindo de lá, colocamos o pé no acelerador e fomos direto pra Urubici pois queríamos subir o Morro da Igreja e pra isso, precisávamos pegar a autorização no centro da cidade (a autorização só é válida pro dia da retirada e a sede da ICMBIO só funciona até as 17h). Como a procura é muito grande nesta época, o período de permanência no Morro da Igreja é de 15 minutos e você só pode subir depois que outro veículo desça. Pegamos uma fila de 7 carros e ficamos uns 25 minutos esperando.

A vista de lá fala por si só e se você tiver sorte ( que não é o nosso caso ) você poderá ver a Pedra Furada, outro ponto bem conhecido mas que está com o acesso temporariamente fechado por conta de obras.

Depois de ver o ponto turístico mais conhecido de Urubici, era hora de ir pra última parada do nosso roteiro, a Serra do Corvo Branco. O atrativo é que a estrada se encontra entre o maior corte em rocha do Brasil, são 90 metros de profundidade. O local estava bem cheio e pra minha surpresa, tinha até foodtrucks servindo lanches e café. Nesse ponto a Helena já estava em sono profundo dentro do carro, então descemos só pra ver o pôr do sol e sentir a energia desse lugar lindo.

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Serra do Corvo Branco


Hora de ir embora, porque além de escurecer cedo, não existe postes com iluminação nesse ponto e a neblina torna as estradas ainda mais perigosas. Você pode fazer o retorno e voltar pelo centro de Urubici ou aproveitar e descer a Serra do Corvo Branco todinha até chegar em Grão Pará. Caso já esteja tarde, recomendo voltar pelo centro de Urubici, parar pra comer algo por lá e aí pegar a estrada novamente. Um dos lugares que gostamos muito de comer, é no Café Colonial Lenha no Fogo, eles tem várias opções de tortas, pratos típicos da região, queijos, chocolate quente e muitas geléias caseiras, tudo a um preço acessível e crianças não pagam! Mas talvez mudem de ideia depois de terem visto a Helena comer.. sorry! hahahaha Caso você ainda tenha pelo menos 1h até o pôr do sol, vale a pena estender a volta pra casa descendo pela Serra do Corvo Branco. A estrada é linda e te dá uma vista panorâmica surreal dos Canions de Urubici.

 

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Vista do final da Serra do Corvo Branco

Nesse dia, já estava escuro e a neblina já estava surgindo mas queríamos muito descer essa estrada, então decidimos de última hora dormir no carro dentro de um camping e seguir viagem no dia seguinte pela manhã. Mas essa é uma história que vale a pena deixar pra contar em um outro momento, em post diferente.

E assim termina o nosso roteiro de 1 dia na Serra Catarinense! Urubici está cheio de atrações lindíssimas mas não tem como visitar todas em um único dia, fato. Coloquei aqui o roteiro que nós fizemos e sim, teria vários outros lugares pra indicar e farei isso num próximo post. Mas se  você está procurando um passeio bate-volta pelos lugares mais bonitos da região, com toda certeza esse roteiro não vai te decepcionar!

Espero que gostem e se fizerem o passeio, não deixem de nos contar o que acharam por aqui ou lá no @familiaaventureira

Beijão!
Cris

Vila Encantada

Quando fui dar uma pesquisada sobre Pomerode pra montar um roteiro além da Osterfest (que contei aqui), descobri esse lugar e de cara ele se tornou parada obrigatória pra gente. Sempre estamos atrás de opções educativas pra ela e o Vila Encantada é muito mais do que isso.

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O parque é dividido em várias vilas, visando diferentes fases do desenvolvimento das crianças e que tem como tema central: O Mundo na época dos Dinossauros. Por todo o parque, estão espalhadas várias estátuas de diferentes espécies de dinossauros e é possível fazer visitas guiadas onde é explicado sobre cada espécie e seus costumes. Existe uma área chamada Vila do Paleontólogo, em que uma caixa de areia simula um sitio de escavação e os pequenos podem cavar até encontrar alguns ossos. Além disso, o parque conta com a Vila da Aventura, que se assemelha a aqueles brinquedos de parquinhos, com rampas, pontes, casinhas, tuneis e escorredores.. mas em uma versão enorme, a quase 15 metros de altura. São 5 torres interligadas por pontes suspensas, tuneis e vários obstáculos, que visam estimular o desenvolvimento motor das crianças e dando total liberdade pra que o mesmo escolha por onde ir, já que existe várias entradas e saídas. Tudo extremamente seguro e no meio das árvores. Nem preciso dizer que esse é o atrativo mais disputado do lugar, né?

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E o melhor? O brinquedo também é para adultos e os papais são super incentivados a ir brincar junto com os filhos.  Tem pais que não gostam, alguns não se importam.. mas sempre que a Helena vai em algum brinquedo e ela precisa ir sozinha ou quando somente um de nós pode ir com ela, a gente fica com aquela cara de cachorro pidão, porque realmente gostamos de brincar juntos! Então foi uma ótima surpresa quando entramos no parque e vimos que poderíamos subir com ela.

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Lá, ela (e a gente) gastou o restinho de energia que ainda tinha e subiu e desceu do brinquedo mais vezes que consigo lembrar! Chegou uma hora que nos sentamos num banco embaixo do brinquedo e só ficamos observando ela. Em volta de todos os brinquedos existem vários bancos pra quem quiser ficar pelo chão, além de um café no ladinho, com uma vista ampla pra quem quer acompanhar os filhos de longe e bater papo.


Por último, há uma casa dentro da vila em que cada cômodo é um espaço destinado ao desenvolvimento visual e motor dos pequenos, além de um espaço somente para os bebês.. com piscina de bolinhas, escorregador, painéis com luzes e sons e uma lojinha super fofa com absolutamente TUDO que você imaginar com a temática de Dinossauros e muitos livros e materiais educativos.


Quem estiver passando por Pomerode com a família não pode deixar de levar os pequenos pra conhecer e se divertir nesse lugar super legal.

Pra saber mais sobre o primeiro parque educativo de Santa Catarina, é só entrar aqui:
Vila Encantada

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Osterfest – Pomerode

No primeiro dia do mês, começou a 10ª edição da Osterfest, a tradicional festa da Páscoa que acontece em Pomerode. Já tínhamos ouvido falar sobre a festa e queríamos muito ir esse ano. Nossa ideia era ir pra Osterfest mas também conhecer a cidade, que ainda não conhecíamos. Mas como até comentei lá no ig, esse ano está voando e quando percebemos e era véspera da festa e estávamos sem reservas e sem roteiro montado. Então resolvemos fazer uma viagem bate volta, apenas pra curtir a festa e visitar alguns pontos turísticos ao redor do evento.

Assim que chegamos em Pomerode já ficamos apaixonados pelo lugar. Que cidadezinha mais linda! Várias casinhas no estilo enxaimel, um estilo de construção típico das cidades de colonização alemã com jardins super bem cuidados e inúmeras árvores repletas de casquinhas do ovo em comemoração da Páscoa. A cidade é conhecida por ter a maior concentração de casas nesse estilo e também por ser a cidade mais alemã do Brasil. Minha descendência é alemã, então fiquei muito feliz em poder mostrar pra Helena um pouquinho mais da cultura da nossa família e dos seus antepassados.

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Chegamos no Centro Cultural de Pomerode em torno do meio dia e pra nossa surpresa, estava muito tranquilo! Depois ficamos sabendo que o primeiro final de semana do evento é sempre o melhor pra quem não curte aquela muvuca toda (demos sorte! Como o sol estava muito forte e estava fazendo muito calor, olhamos o mapa das atrações e fomos direto achar um lugar pra comer. O evento conta com vários quiosques dos melhores restaurantes da região, mas optamos por ir em um restaurante fora do evento pra encontrar opções de acordo as restrições da Helena. Almoçamos no Bierwein, um restaurante novo ao lado da fábrica da Cervejaria Schornstein, que tinha um buffet livre cheio de saladas e que não cobra o consumo pra crianças abaixo de 5 anos. A Helena ficou super feliz só nas saladinhas e eu e o Henrique aproveitamos pra comer um dos pratos mais tradicionais de lá, o marreco recheado com chucrute.

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Retornamos pro evento e fomos conhecer a Osterbaum, a famosa árvore que já entrou pro Guiness Book como a maior árvore de casquinhas de ovos naturais. Esse ano a árvore conta com 100 mil casquinhas, todas doadas e pintadas a mão pela própria comunidade. Em torno da árvore, várias casinhas tipo casinhas de boneca e ao lado, uma vila de casinha que fazem um corredor de entrada pro evento. A Helena amou e foi batendo de porta em porta pra ver se os coelhinhos estavam em casa hahaha Algumas das casinhas estavam abertas para as crianças brincarem e a Helena ficou um bom tempo lá, maravilhada! Inclusive até achou uma vassourinha e ficou limpando o lugar (mais minha filha impossível).

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Depois passamos por um stand de livros educativos, cheio de livros incríveis e o mais legal é que adquirindo um livro, você ganha um ingresso pro Vila Encantada, um parque educativo que fica próximo ao Centro Cultural e que vou falar mais a respeito num próximo post porque tem muito pra falar sobre ele. Ao lado, há um stand de pintura facial, outro de pintura de casquinhas de ovos e uma fazendinha com passeio de pônei para os pequenos.

Do outro lado, há várias lojinhas com itens de páscoa a venda, como casquinhas de ovos, coelhinhos, itens de decoração e bolachinhas decoradas. Além de uma lojinha super fofa de chocolates da Nugali (que não entramos pra não deixar a Helena na vontade)

Já na praça de alimentação, como eu disse lá em cima, estão espalhados vários quiosques dos restaurantes mais conhecidos de Pomerode. Aproveitamos o cansaço da Helena pra provar um pouco mais da culinária tradicional e pedimos a Bratwurst (uma salsicha alemã) no quiosque do Wunderwald, um restaurante típico colonial, enquanto ela descansava e ouvia a banda.

Depois seguimos pro Vila Encantada, pra conhecer o Parque dos Dinossauros e eu vou falar mais sobre ele outro dia.
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Saindo do Parque fizemos um passeio de Kutsche, os antigos de carros de mola que eram usados como táxi, pelo centro da cidade e vimos alguns dos pontos turísticos.

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Fiquei impressionada com a estrutura e organização do evento. Todo o local tem rampas de acesso e ampla mobilidade para cadeirantes e carrinhos de bebê. Os banheiros são super limpos e possuem fraldário pros pequenos. A rua que dá acesso ao local fica fechada para os pedestres no horário do evento. Tem estacionamento de sobra e muita segurança. Também nunca vi tantas famílias e tantos bebês fofos num lugar só! Com certeza esse é o tipo de evento perfeito pra curtir em família.

Retornando do passeio, o Henrique resolveu participar da brincadeira de tiro ao alvo, que premia quem acerta a maior pontuação do alvo com um refri ou chopp. Ele estava determinado a ganhar e não é que conseguiu?

Nisso o dia chegou ao fim, assim como as energias da Helena e resolvemos ir embora. Mas antes, passamos pelo restaurante Wunderwald pra conhecer um pouco mais dos pratos típicos além dos que estavam servindo no evento. Que lugar maravilhoso!

O restaurante é uma casa de enxaimel de 1892, toda decorada com objetos antigos característicos da época colonial, com quadros e bandeiras da Pomerânia, em referência aos imigrantes pomeranos que colonizaram a cidade. O espaço tem uma área kids enorme e super fofa que com toda certeza deve ser uma mão na roda pros pais.

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A Helena já havia jantado no carro e estava com muito sono, então eles fizeram uma caminha pra ela do lado da nossa mesa, pra que ela pudesse dormir e a gente pudesse jantar tranquilamente. Pedimos uma porção de Bratwurst e um prato chamado Spätzle, uma massa típica alemã criada na região da Suábia e que hoje é super popular no mundo todo por ser uma massa super simples pra fazer em casa. De sobremesa pedimos o sorvete frito, que já fazia muito tempo que queria provar e amei! E também o sagu de vinho, uma das minhas sobremesas preferidas.

Aproveitamos pra conversar com os garçons que foram super gentis e nos deram várias dicas legais pra quando voltarmos. Eu já tinha feito uma pesquisa e separado algumas coisas que queria fazer por lá mas como fomos com o foco na festa, vamos nos programar pra voltar lá com um roteiro diferente e com mais tempo pra conhecer esse pedacinho da Alemanha.

A Osterfest vai até o dia 1/04 e acontece de quinta a domingo. A entrada é gratuita mas algumas atividades são pagas. Todos os estabelecimentos aceitam cartão.

Pra mais informações sobre a festa e sobre a cidade, só clicar aqui.

Passeio a cavalo pela praia do Moçambique com o Haras Ypê

Quem nunca viu pessoas andando a cavalo em algumas praias de Floripa? Sempre que estávamos na praia e isso acontecia, eu falava: Nossa, adoraria fazer isso um dia! Mas sempre pensei que esses cavalos eram dos próprios moradores, por isso nunca pesquisei a respeito e fiquei só na vontade. Então semana passada, por obra do destino (e uma indicação maravilhosa de uma querida que seguimos lá no ig) descobrimos o Haras Ypê e eles nos convidaram para conhecer o espaço e fazer um passeio a cavalo.

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Chegando no Haras, fomos recepcionados pelo Arthur e pela Handreoara, os proprietários e nossos guias durante o passeio. Eles nos apresentaram o local e logo já foram preparar os cavalos.

O Haras é um cantinho super família localizado no Rio Vermelho e conta com quase 60 cavalos da raça Mangalarga Marchador, que são cuidados pelo casal e adestrados pelo próprio Arthur. O amor pelos cavalos é visível em cada detalhe e cada gesto. Os animais são extremamente bem cuidados e muito dóceis! O que foi um prato cheio pra Helena, que não poupou carinhos e beijinhos.

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Como mãe protetora que sou, levei a Helena comigo em uma égua e o Henrique foi sozinho em outra. Em outro cavalo, estava a Mari, que é nossa amiga e a responsável por esses cliques lindos. Junto com nossos guias,  começamos nosso passeio pelo Rio Vermelho em uma área particular repleta de árvores e muitas flores pelo chão, até chegarmos no Parque Estadual do Rio Vermelho, que já conhecemos e amamos.

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O parque tem uma mistura de floresta, restinga e um vasto caminho de pinheiros. Por conta das chuvas, alguns trechos estavam alagados, tornando o visual ainda mais idílico. Depois passamos pelas dunas até chegarmos na praia do Moçambique.

 

Gente, que sonho! Todo o visual é simplesmente deslumbrante.. mas andar a cavalo na areia da praia olhando o mar, com as ondas chegando até as patas dos cavalos e passando por baixo de nós, é uma sensação indescritível!

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Eu e o Henrique já havíamos andado a cavalo antes, mas essa foi a primeira vez que a Helena montou em um e ela não poderia ter tido uma experiência melhor que essa. Durante todo o trajeto ela conversava com a Águia (nossa égua), dava beijos e abraços nela. Alguns estudos dizem que os cavalos são capazes de reconhecer nossas emoções e tenho certeza que a águia sentiu toda a pureza nos carinhos da Helena, pois a cada contato da Helena, ela virava e retribuía.
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Na volta, a Helena não resistiu ao balancinho e caiu no sono, enquanto a águia nos guiava com todo cuidado. Passamos novamente pelo parque, mas por outro trecho, repleto de lagos verdes, também formados pelas chuvas.

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Quando o passeio acabou, ficamos com aquele gostinho de quero mais e confesso que deu até uma tristezinha em ir pro chão.

Finalizamos nosso passeio no Haras, conhecendo a Pretinha, uma pônei linda demais e a Helena aproveitou pra dar uma voltinha nela, enquanto conversávamos um pouco mais sobre o Haras e os passeios que eles oferecem.

O passeio que fizemos, foi o diário, que ocorre todos os dias pela manhã e pela tarde. Mas além desse, o Haras Ypê oferece vários outros passeios super especiais que ficamos morrendo de vontade de fazer. Entre eles, estão a cavalgada da lua cheia, em que você pode ver o nascer da lua cheia direto da Praia do Moçambique e que oferece jantar na chegada e a cavalgada do amanhecer, em que você vê o nascer do sol mais lindo de Floripa e ainda desfruta de um super café da manhã no próprio Haras. Todos os passeios são registrados e as fotos são disponibilizadas no final.

Pra quem quer fazer algo especial com os pequenos ao ar livre e ter uma experiência única, com toda a segurança que qualquer mãe/pai preza, esse passeio é de longe a melhor opção! E pra quem quer fazer algo legal com seu amor, também é uma ótima pedida. Afinal quem não gostaria de ser surpreendido com um passeio desses, né? ♥

Muito obrigada Arthur e Handreoara pelo convite e por todo o cuidado conosco durante o passeio. Com certeza retornaremos!

Mais informações sobre o Haras Ypê, passeios, valores e agendamento:
Haras Ypê

Imagens: Arquivo pessoal e  Mari Merlim Fotografia
( Obrigada Mari por registrar esse momento sempre com esse olhar tão especial!)

Ilha do Campeche

Lá no post sobre o Museu Histórico de Santa Catarina eu falei como é comum pensarmos sempre em viajar pra  longe e conhecer tão pouco onde moramos e que nessas férias, nós faríamos alguns roteiros por aqui. Um deles, era a famosa Ilha do Campeche, que começou a receber um destaque maior no ano passado. Já queríamos ir a um tempo, mas devido a procura, tínhamos que agendar com MUITA antecedência e nunca dava certo. Esse ano não foi diferente! Planejamos um mês antes mas no dia agendado, Floripa ficou praticamente embaixo d`agua devido a chuva e os passeios foram suspensos. Só havia vaga pra duas semanas depois e nossas férias já teriam acabado até lá, mas não queríamos perder a oportunidade de ir e aceitamos.

Existem alguns trajetos de barco que você pode escolher pra chegar até a Ilha, saindo da Armação, da Barra da Lagoa e do próprio Campeche. Quando fomos escolher um deles, levamos em consideração alguns fatores: tempo, conforto e percurso. Isso somado ao fato de que estávamos levando a Helena, o que implica algumas condições. Porque toda mãe/pai sabe que ir pra praia com bebê é aqueeeele acampamento (roupa, brinquedo, chapéu, guarda-sol etc) e devido as alergias alimentares dela, precisamos levar toda a comida/bebida que ela consome. Além disso, não dá pra expor um bebê/criança direto no sol durante um passeio de barco sem toldo (Não é frescura! Fizemos isso na volta da Trilha da Lagoinha do Leste e não foi legal, as crianças tem a pele muito sensível e não tem protetor solar que faça milagre)

Os passeios saindo da Armação duram em torno de 40 minutos e são os próprios pescadores que fazem esse trajeto. Saindo do Campeche, é uma travessia curtinha, de mais ou menos 15min feita com botes infláveis. Já saindo da Barra da Lagoa, o passeio dura em torno de 1h20min e é feita com embarcações fechadas.

Optamos  pela Escuna Querubim I, com saída da Barra da Lagoa, por ser maior e fechada. Assim poderíamos aproveitar todo o passeio sem neura com o sol! Eu só tinha visto fotos pela página deles no face e não fazia muita ideia do que nos aguardava, mas logo de cara fomos surpreendidos de forma positiva! A escuna é bem grande, o chão tem carpete, banheiros equipados e limpos, existem tomadas pra carregar os celulares, bancos de sobra e mesas cheia de frutas e água gelada a disposição, além de um atendimento excelente da tripulação.

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Escolhemos um lugar, nos sentamos, nos servimos e aproveitamos um dos passeios mais tranquilos e lindos que a gente já fez. Esse trajeto te dá a oportunidade de ter uma vista de outro ângulo do Farol da Barra da Lagoa, do costão, das piscinas naturais e das Praias da Galheta, Mole, Joaquina, Campeche e Gravatá. É um passeio único, com paisagens de tirar o fôlego, que nos rendeu muitos cliques.

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Chegando na Ilha fomos recepcionados pelos monitores, que nos explicaram as regras para a permanência lá. Como a Ilha é um patrimônio histórico e tombado, ela pode receber apenas a quantia de 800 pessoas por dia e você só pode permanecer no local por 4h. Existem trilhas terrestres e aquáticas mas você só pode faze-las monitorado por um guia (é pago uma taxa simbólica). Há também um restaurante, banheiros e serviço de aluguel de cadeiras e guarda-sol.

E falando em guarda-sol, recomendo que levem! Com ou sem crianças. Não tem muita sombra, durante o período de permanência na ilha (11h – 15h) o sol está muito forte e o aluguel do guarda-sol fica na faixa dos R$30. Nós levamos e mesmo com protetor solar fator translúcido, tomei O torrão!

Quanto a cor da água, não preciso dizer muito! Basta olhar as fotos. É transparente e você pode nadar observando os peixes. Foi difícil ficar mais que alguns minutos na areia. A Helena não parou quieta um único segundo mas por ser aquela calmaria, deu pra deixar ela solta indo e voltando da água pra areia enquanto ela enchia seu baldinho de água pra fazer castelos.

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Depois de algumas horas dentro daquele sonho, a escuna voltou pra nos buscar com uma mesa cheinha de fatias de melancia. Nem preciso dizer que a Helena comeu quantas ela pode até cair no sono.

Agora já podemos riscar a Ilha do Campeche do nosso caderninho de metas pra 2018! Mas com certeza queremos voltar lá outras vezes, porém fora da temporada pra aproveitarmos as trilhas e as outras atividades guiadas com calma.

Pra mais informações sobre a Escuna Querubim I e o passeio pra Ilha do Campeche, basta clicar aqui

Pão de beijo (pão de queijo vegano)

Quando descobri das alergias alimentares da Helena, ela tinha apenas 3 meses e por conta da amamentação, eu precisei fazer a dieta de restrição dos alimentos que ela é alérgica. No começo foi complicado porque basicamente todas as receitas que eu conhecia tinham como ingrediente ovos, leites e derivados. E uma das que eu mais senti falta, foi o pão de queijo! Como viver sem?? Impossível né?! E como qualquer pessoa que cozinhe pra alérgicos sabe, improvisar e substituir são os segredos de qualquer receita restritiva. Então tratei de ir atrás de uma receita alternativa e não é que tinha mesmo? Isso já faz tempo e hoje essa receita não é nenhuma novidade. Mas volte meia acho alguém que ainda não conhece, então quis postar aqui pra propagar essa maravilha. Não vou mentir que o gosto é exaaaaaatamente igual porque não é! Mas ele é uma delícia e quebra MUITO o galho quando estamos com vontade de um pão de queijo quentinho. Encontrei essa receita no Presunto Vegetariano e o mais legal é que você pode modificar ela do jeito que você quiser usando temperos diferentes.

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Ingredientes:

2 xícaras (de chá) bem cheias de Batata doce  ( pode ser batata baroa) picada
1 e 1/2 xícara (de chá) de polvilho doce
1/2 xícara (de chá) de polvilho azedo
1 colher (de chá) de fermento químico em pó
1/4 de xícara (de chá) de água
5 colheres (de sopa) de óleo
1 colher (de chá) de sal ou mais se preferir

* Você pode colocar outros temperinhos como ervas desidratadas (orégano, pimenta, páprica) ou grãos, como linhaça por exemplo (que foi o que eu usei nessa receita)

** Nunca testei, mas já vi pessoas que no lugar dos temperos, colocam um pedacinho de goiabada. Eu amo goiabada e salivei só de pensar!

Modo de preparo:
Primeiro, corte a bata doce e cozinhe em uma panela com água fervente até que ela esteja macia. Escorra bem e amasse as batatas ainda quentes com um garfo, até obter um purê. Reserve. Pré-aqueça o forno a 210ºC.


Em uma vasilha, coloque o polvilho doce, o polvilho azedo, o fermento químico em pó e misture. Depois, Coloque a água, o óleo e o sal em uma panela pequena, misture e deixe ferver. Quando estiver borbulhando, desligue e jogue sobre a mistura dos polvilhos. Misture bem até virar uma farofa. Adicione o purê e misture tudo até obter uma massa bem uniforme. Se estiver grudando nos dedos, pode colocar um pouco mais de polvilho doce.

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Faça bolinhas em tamanho médio e coloque em uma assadeira antiaderente. Leve para assar por cerca de 40 minutos ou até os pãezinhos ficarem rachados e completamente assados e está pronto! Simples, né?

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Espero que gostem!